Plantado por meu pai em Brumadinho (MG)

- Posted using MobyPicture.com
Pé de manga
28 dezembro, 2010Homem Biônico: Jeffrey Immelt
7 janeiro, 2010Jeffrey Immelt, atual CEO da General Electric, pode ser considerado um homem biônico pela capacidade de superar altos e baixos nos negócios, durante o início turbulento do século XXI.
Eis a estratégia pessoal de Immelt para superar épocas difíceis (MAGEE, 2009):
- Comprometer-se a aprender todos os dias (você precisa ter uma sede de conhecimento incrível).
- Trabalhe arduamente com paixão (a competência e a energia solucionam a maioria dos problemas).
- Dê às pessoas motivos para confiar (o mundo está mais seletivo hoje, e a confiança é um diferenciador).
- Seja confiante (o mundo já tem céticos o suficiente, e o ceticismo é corrosivo; ele cria justificativas).
*Extraído de MAGEE, David. O novo cérebro da GE: os segredos de Jeffrey Immelt para manter a GE na liderança. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. Pág. 61.
Mais sobre Jeffrey Immelt em http://www.ge.com/company/leadership/ceo.html
Com 3G ou sem 3G? Eis a questão.
3 novembro, 2009
Em um desses feriados prolongados, tão comuns no Brasil, fui visitar a família em Minas Gerais. Como sempre, uma hora depois de desembarcar em BH, já estava “espetando” meu modem 3G no notebook para me conectar à Internet, checar e-mails, verificar quem estava online no Messenger e postar no Twitter.
No dia seguinte, embarquei com a família em uma curta viagem a uma cidade do interior, a 50 km de BH, e resolvi não levar o notebook. Considerei que o gadget não teria muita utilidade em uma área rural, onde provavelmente não haveria acesso à Internet por 3G. No máximo, pensei, teria uma rede Edge bem lenta.
Tive que me contentar apenas com o smartphone e qual foi a minha surpresa ao perceber que havia cobertura do sinal 3G na tal cidadezinha. Logo, pensei no computador que não trouxe comigo e bateu uma enorme crise existencial.
“Será que eu preciso mesmo de 3G em um lugar onde a paisagem, o clima e o contato direto com a natureza deveriam ser mais atrativos que a velocidade de transmissão de dados das anteninhas de celular?”
Depois de pensar, cheguei à conclusão de que o importante é saber separar os momentos em que os gadgets são indispensáveis daqueles em que não servem pra muita coisa, além de ocupar espaço na bagagem.
Amo os meus gadgets e não vivo sem eles. Mas também amo curtir os bons momentos da vida que não dependem da intensidade do sinal 3G ou da velocidade do meu processador.
Em busca dos 140 caracteres de fama
29 março, 2009
O Twitter alcançou o hall da fama e já aparece como destaque em jornais e revistas de grande circulação. Agora, quem quer aparecer são os usuários dessa rede social, que é a nova moda entre os internautas mais ávidos por novidades.
É fato que muitos famosos e celebridades têm perfis com milhares de seguidores no Twitter. Porém, o que impressiona é o Twitter ter se transformado em um grande “mural” de talentos, pontos de vista e interesses, em que se destacam pessoas comuns (ou nem tanto).
Sei que a discussão sobre o que é ser comum, ou não, rende muito assunto. Por comum, neste caso, entenda-se um indivíduo que passa várias horas conectado à Internet, escreve em blogs, posta fotos, acessa redes sociais, entre outras coisas.
Esse sujeito, normalmente, com raras exceções, não é ator de novela da Globo (da Record, talvez), não joga em time da 1ª divisão (ou no Milan), não escreve livros sobre o cotidiano de um mago/bruxo/portador de anéis e nunca foi tema de programa do canal E!.
O que esse cara quer é atormentar o Papa Bento XVI e ter mais seguidores do que a Igreja Católica. Só no Twitter, é claro. Mas se a fama se expandir para além dos domínios da Internet, ninguém vai reclamar.
Com esse intuito cada um twita o melhor de si. Uns postam e apostam em tweets engraçadinhos, cheios de piadas e tiradas cômicas. Outros, em comentários sobre o cotidiano, que é abordado de modo a parecer mais interessante e curioso do que é na realidade.
Há ainda os que exibem links para textos em blogs, fotos em fotologs e vídeos do Youtube, onde se divulgam talentos variados. É claro que tem gente que força a barra. Mas mamãe já dizia: “o que vale é a intenção”. E se a intenção é aparecer, vale tudo para conquistar os 140 caracteres de fama que todo twiteiro merece.
Música via web
9 janeiro, 2009Quando dá vontade de ouvir alguma música que não tenho em CD ou em MP3, sempre recorro a alguns serviços baseados na web que são geniais. Dá pra localizar a música e ouvir sem sair do browser e sem perder tempo com download de arquivos. Os serviços que uso com mais freqüência são:
The Hype Machine – É o link mais acessado dos meus “Favoritos”. O serviço reúne links para o conteúdo musical postado em milhares de blogs. Tem uma search engine super inteligente, que permite a busca por artista ou faixa.
Como resultado é exibida uma página com todas as referências para as músicas buscadas, com os botões do player anexados a cada uma delas.

Musicovery: interactive webRadio – Esse serviço tem um visual super interessante, mas o melhor é a lógica por trás dele. Não é possível buscar as faixar por artista ou música. É preciso informar o que se quer ouvir a partir de uma escala de humor (“mood”), de estilo musical (“genres”) e de batidas (‘tempo” ou “dance”). O site cruza essas informações e exibe uma seleção de faixas.
O bacana é a forma como o site apresenta as músicas, combinadas visualmente por um colorido esquema de associação, que lembra sinapses neuroniais. Para ouvir as faixas com som em alta definição é preciso pagar cerca de 3 euros por mês.

Last.fm – É o serviço mais famoso, que vai além da execução de música via web, pois funciona também como uma rede social. É possível criar um perfil que reúne um banco de dados com informações sobre tudo o que você ouve, seus artistas e suas músicas preferidas.
Por meio de um software instalado no seu computador é possível o “scrobble”, ou seja, a transferência, via Internet, de uma lista com as faixas de música que você executou no seu iPod. Isso ocorre toda vez que o gadget é conectado à porta USB do seu PC com Windows XP ou Vista.
Além disso, os dados das músicas executadas no iTunes e Windows Media Player também são transmitidos ao servidor da Last.fm. Uma vez transferidos, esses dados aparecem na página do seu perfil, em forma de listas e estatíticas sobre as suas preferências musicais. É bem legal.
Um ser vespertino
9 janeiro, 2009
Sou o típico vespertino. Por isso, depois de um dia de trabalho, por volta das 19h, chego em casa “ligadão”, com a cabeça funcionando a mil por hora e em plena atividade. Enquanto a maioria das pessoas já está sentada no sofá, em frente à TV, descansando e assistindo à programação do horário nobre.
Esse é justamente o período do dia em que me sinto mais ativo para resolver os meus problemas cotidianos, organizar a minha vida pessoal, pagar contas e etc. Felizmente, em tempos de Internet, tudo isso fica muito mais fácil.
Por outro lado, não é preciso muito esforço para constatar que o mundo não foi feito para os vespertinos. Afinal, existe um horário “comercial” para quase tudo, que vai das 9h às 18h, ou no máximo até 22h.
Felizmente, os estabelecimentos que funcionam durante 24 horas são cada vez mais comuns. Para mim, não há coisa melhor do que fazer compras em supermercado vazio e sem filas depois das 22h. É quase o paraíso.
Em uma situação ideal para um vespertino, só iria pra cama às 2h da matina, como faz o nosso governador José Serra. Mas no Brasil, onde Deus só ajuda “a quem cedo madruga”, isso é bem complicado para quem não ocupa cargo público.
Segundo a Revista da Folha, 10% da população brasileira é formada por seres vespertinos. Essa população corresponde a quase todos os moradores da Grande São Paulo. Tem mais gente assistindo o Programa do Jô do que se imagina.
Beijo do gordo!
3G: Maquiavel, McLuhan, Jobs e Cia.
11 julho, 2008
Dizem por aí que os meios de comunicação são a extensão do homem. Que o meio é a mensagem. E que os fins justificam os meios. Não sei ao certo se há alguma relação entre Maquiavel e McLuhan. Mas penso que as idéias de um tal Steve Jobs têm um quê de maquiavélicas e de mcluhianas, ao mesmo tempo.
Imagine então se Jobs, Maquiavel e McLuhan fossem contemporâneos. Que tal pensar na Apple como um “principado” da tecnologia, cujos domínios se estendem pela “aldeia global”, onde “os fins justificam os meios”? Puta viagem nerd a minha. Mas até que faz sentido.
Por acaso, o primeiro post nessa bagaça está sendo publicado em uma data histórica para os viciados em tecnologia, applemaníacos e afins. Mas juro que foi mesmo por acaso. A idéia inicial era juntar Jobs, Maquiavel e McLuhan no mesmo post, só pra ver no que dava. Nem pensei em postar a respeito do iPhone 3G, que foi lançado hoje.
O aparelhinho chega ao mercado com propósitos altamente maquiavélicos, especialmente o de expandir os domínios do principado Apple. E representa como nenhum outro gadget a máxima mcluhiana de que o meio é a mensagem. E essa metáfora é a que melhor explica o renascimento da Apple com o advento do iPod.
Telefone com MP3 player e câmera? Que nada! iPhone é música, voz, vídeo, imagem, diversão e trabalho com total mobilidade. Sem limites, em qualquer lugar e a qualquer hora. Não há perspectiva melhor para explicar como um meio se traduz em mensagem.
Tudo bem! Sei que essa é uma visão simplista e nada acadêmica. Mas é interessante do ponto de vista do marketing. O maquiavélico príncipe Steve que o diga.
Escrito por Beto Freitas 