9 Janeiro, 2009
Quando dá vontade de ouvir alguma música que não tenho em CD ou em MP3, sempre recorro a alguns serviços baseados na web que são geniais. Dá pra localizar a música e ouvir sem sair do browser e sem perder tempo com download de arquivos. Os serviços que uso com mais freqüência são:
The Hype Machine – É o link mais acessado dos meus “Favoritos”. O serviço reúne links para o conteúdo musical postado em milhares de blogs. Tem uma search engine super inteligente, que permite a busca por artista ou faixa.
Como resultado é exibida uma página com todas as referências para as músicas buscadas, com os botões do player anexados a cada uma delas.

Musicovery: interactive webRadio – Esse serviço tem um visual super interessante, mas o melhor é a lógica por trás dele. Não é possível buscar as faixar por artista ou música. É preciso informar o que se quer ouvir a partir de uma escala de humor (“mood”), de estilo musical (“genres”) e de batidas (‘tempo” ou “dance”). O site cruza essas informações e exibe uma seleção de faixas.
O bacana é a forma como o site apresenta as músicas, combinadas visualmente por um colorido esquema de associação, que lembra sinapses neuroniais. Para ouvir as faixas com som em alta definição é preciso pagar cerca de 3 euros por mês.

Last.fm – É o serviço mais famoso, que vai além da execução de música via web, pois funciona também como uma rede social. É possível criar um perfil que reúne um banco de dados com informações sobre tudo o que você ouve, seus artistas e suas músicas preferidas.
Por meio de um software instalado no seu computador é possível o “scrobble”, ou seja, a transferência, via Internet, de uma lista com as faixas de música que você executou no seu iPod. Isso ocorre toda vez que o gadget é conectado à porta USB do seu PC com Windows XP ou Vista.
Além disso, os dados das músicas executadas no iTunes e Windows Media Player também são transmitidos ao servidor da Last.fm. Uma vez transferidos, esses dados aparecem na página do seu perfil, em forma de listas e estatíticas sobre as suas preferências musicais. É bem legal.
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Escrito por Beto Freitas
9 Janeiro, 2009

Sou o típico vespertino. Por isso, depois de um dia de trabalho, por volta das 19h, chego em casa “ligadão”, com a cabeça funcionando a mil por hora e em plena atividade. Enquanto a maioria das pessoas já está sentada no sofá, em frente à TV, descansando e assistindo à programação do horário nobre.
Esse é justamente o período do dia em que me sinto mais ativo para resolver os meus problemas cotidianos, organizar a minha vida pessoal, pagar contas e etc. Felizmente, em tempos de Internet, tudo isso fica muito mais fácil.
Por outro lado, não é preciso muito esforço para constatar que o mundo não foi feito para os vespertinos. Afinal, existe um horário “comercial” para quase tudo, que vai das 9h às 18h, ou no máximo até 22h.
Felizmente, os estabelecimentos que funcionam durante 24 horas são cada vez mais comuns. Para mim, não há coisa melhor do que fazer compras em supermercado vazio e sem filas depois das 22h. É quase o paraíso.
Em uma situação ideal para um vespertino, só iria pra cama às 2h da matina, como faz o nosso governador José Serra. Mas no Brasil, onde Deus só ajuda “a quem cedo madruga”, isso é bem complicado para quem não ocupa cargo público.
Segundo a Revista da Folha, 10% da população brasileira é formada por seres vespertinos. Essa população corresponde a quase todos os moradores da Grande São Paulo. Tem mais gente assistindo o Programa do Jô do que se imagina.
Beijo do gordo!
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Escrito por Beto Freitas
11 Julho, 2008
Dizem por aí que os meios de comunicação são a extensão do homem. Que o meio é a mensagem. E que os fins justificam os meios. Não sei ao certo se há alguma relação entre Maquiavel e McLuhan. Mas penso que as idéias de um tal Steve Jobs têm um quê de maquiavélicas e de mcluhianas, ao mesmo tempo.
Imagine então se Jobs, Maquiavel e McLuhan fossem contemporâneos. Que tal pensar na Apple como um “principado” da tecnologia, cujos domínios se estendem pela “aldeia global”, onde “os fins justificam os meios”? Puta viagem nerd a minha. Mas até que faz sentido.
Por acaso, o primeiro post nessa bagaça está sendo publicado em uma data histórica para os viciados em tecnologia, applemaníacos e afins. Mas juro que foi mesmo por acaso. A idéia inicial era juntar Jobs, Maquiavel e McLuhan no mesmo post, só pra ver no que dava. Nem pensei em postar a respeito do iPhone 3G, que foi lançado hoje.
O aparelhinho chega ao mercado com propósitos altamente maquiavélicos, especialmente o de expandir os domínios do principado Apple. E representa como nenhum outro gadget a máxima mcluhiana de que o meio é a mensagem. E essa metáfora é a que melhor explica o renascimento da Apple com o advento do iPod.
Telefone com MP3 player e câmera? Que nada! iPhone é música, voz, vídeo, imagem, diversão e trabalho com total mobilidade. Sem limites, em qualquer lugar e a qualquer hora. Não há perspectiva melhor para explicar como um meio se traduz em mensagem.
Tudo bem! Sei que essa é uma visão simplista e nada acadêmica. Mas é interessante do ponto de vista do marketing. O maquiavélico príncipe Steve que o diga.
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Escrito por Beto Freitas