
Sou o típico vespertino. Por isso, depois de um dia de trabalho, por volta das 19h, chego em casa “ligadão”, com a cabeça funcionando a mil por hora e em plena atividade. Enquanto a maioria das pessoas já está sentada no sofá, em frente à TV, descansando e assistindo à programação do horário nobre.
Esse é justamente o período do dia em que me sinto mais ativo para resolver os meus problemas cotidianos, organizar a minha vida pessoal, pagar contas e etc. Felizmente, em tempos de Internet, tudo isso fica muito mais fácil.
Por outro lado, não é preciso muito esforço para constatar que o mundo não foi feito para os vespertinos. Afinal, existe um horário “comercial” para quase tudo, que vai das 9h às 18h, ou no máximo até 22h.
Felizmente, os estabelecimentos que funcionam durante 24 horas são cada vez mais comuns. Para mim, não há coisa melhor do que fazer compras em supermercado vazio e sem filas depois das 22h. É quase o paraíso.
Em uma situação ideal para um vespertino, só iria pra cama às 2h da matina, como faz o nosso governador José Serra. Mas no Brasil, onde Deus só ajuda “a quem cedo madruga”, isso é bem complicado para quem não ocupa cargo público.
Segundo a Revista da Folha, 10% da população brasileira é formada por seres vespertinos. Essa população corresponde a quase todos os moradores da Grande São Paulo. Tem mais gente assistindo o Programa do Jô do que se imagina.
Beijo do gordo!
Escrito por Beto Freitas